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O Que é o ISO de Uma Máquina Fotográfica

O Que é o ISO de Uma Máquina Fotográfica

Já imaginou o que seria estar no topo do Big Ben (Londres) ou da Torre Eiffel (Paris), querer levar consigo uma recordação daquela panorâmica extraordinária e não poder fazê-lo?

Suponha o que aconteceria se todas as suas fotos do interior da Basílica de São Pedro (Vaticano) ficassem tremidas, com pouca resolução ou demasiado escuras?

Para evitar um cenário como este, é importante que conheça as principais funções da sua máquina digital e que esteja preparado(a) para a necessidade de as regular.

A sensibilidade ou velocidade ISO é exatamente uma das mais relevantes.

O seu correto funcionamento poderá fazer com que as suas fotos fiquem, ou não, perfeitas. Saiba mais.

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O Que é o ISO

Em fotografia, o ISO (também conhecido como ISO speed ou, em português, velocidade ISO) é uma medida que serve para definir o índice de sensibilidade ou exposição à luz.

O seu nome tem origem na organização que cria os padrões e standards, a ISO – InternationalOrganization for Standardization.

Antigamente, na era da fotografia analógica, o ISO representava o nível de sensibilidade do negativo à luz. Quando comprávamos um rolo fotográfico devíamos ter em conta que um rolo com ISO 100 servia para fotografias com muita luz, enquanto um de 400 deveria ser utilizados em ocasiões em que a luz fosse escassa ou praticamente inexistente.

Hoje em dia, porém, o ISO mede a sensibilidade do sensor de imagem que equipa o aparelho fotográfico. É, provavelmente, uma das mais úteis funções das máquinas fotográficas e, naturalmente, varia de acordo com o equipamento.

Este sistema de classificação de sensibilidade é logarítmico e aritmético, o que significa que quanto menor for o ISO, menor será a sensibilidade que o sensor terá à luz. Por exemplo, se definirmos um ISO 400, ele será cerca de duas vezes mais rápido que um de ISO 200, exigindo, portanto, metade da exposição à luz. No entanto, esse ISO 400 terá metade da velocidade de um 800, o que quer dizer que necessita do dobro da exposição exigida por este último.

Todavia, não basta simplesmente aumentar o nível de ISO sempre que a exposição à luz for menor. É preciso ter em consideração que quanto maior for, maiores serão também a sensibilidade e os chamados grãos dos brometos de prata, o que irá resultar numa imagem com menor resolução.

As sensibilidades ISO mais comuns atualmente são de 50, 64, 100, 125, 160, 200, 400, 800, 1600 e 3200.

Para Que Serve Exatamente o ISO

Quem gosta de fotografia sabe que a quantidade de luz existente é um dos fatores mais relevantes para conseguir obter uma boa foto. No entanto, nem sempre conseguimos reunir as condições que seriam ideais e é bastante comum necessitarmos de tirar fotografias em espaços menos iluminados ou a objetos e pessoas em movimento.

Para tentar compensar essas questões, é nos permitido regular, automática ou manualmente, a sensibilidade do sensor de imagem.

A ideia é permitir que seja possível tirar fotografias em ambientes mais escuros ou de modo a que elas não saiam “tremidas”.

Escala de Sensibilidades ISO

Por convenção, definiu-se que a fotografia digital utiliza exatamente a mesma escala de sensibilidade que era usada pela fotografia analógica, isto apesar de haver distinções entre as reações do sensor das camaras digitais e dos negativos.

A atual escala de ISO é uma espécie de fusão de dois padrões anteriormente utilizados, o norte-americano ASA da American Standards Association, que é aritmético e o alemão DIN do DeutschesInstitutfürNormung que é logarítmico.

Assim sendo, a sensibilidade regista-se numa escala aritmética e, posteriormente, numa escala logarítmica, como no exemplo ISO 100/21°. Ainda assim, a maioria das pessoas refere apenas a parte aritmética.

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